segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Odilon assume liderança na reta final

Com 52,5% Odilon assume liderança na reta final, diz pesquisa IPEXX Brasil




O candidato ao governo do Estado, juiz Odilon de Oliveira, já aparece na frente do oponente, Reinaldo Azambuja (PSDB), nesta reta final e agora está em primeiro, de acordo com pesquisa divulgada nesta segunda-feira, 22, feita pelo Instituto de Pesquisa Ipexx Brasil.

A pesquisa mostra Odilon com 52,52% dos votos válidos, contra 47,48% do concorrente. Nas duas análises anteriores deste segundo turno o pedetista se mostrava em segundo, mas empatado no limite da margem de erro.

A pesquisa foi feita nos 12 maiores colégios eleitorais: Campo Grande, Dourados, Três Lagoas, Corumbá, Ponta Porã, Naviraí, Nova Andradina, Aquidauana, Sidrolândia, Paranaíba, Maracaju e Coxim.

Para Odilon, as últimas pesquisas estão mais perto da realidades das ruas. “Não temos rejeição e cada dia mais as pessoas estão aderindo ao nosso projeto. No corpo a corpo sentimos isso diariamente. Nessa última semana vamos intensificar a campanha e levar nossas propostas à população, que já se decidiu pela mudança de verdade. Agora é a hora da virada”, declarou, acrescentando que os apoiadores voluntários devem continuar firmes no trabalho formiguinha de conversar com as pessoas em todo o Estado.

O nível de confiança estimado é de 95% e a margem de erro máximo estimado considerando um modelo de amostragem aleatório simples, é de três pontos percentuais para mais ou para menos. Foram entrevistados 1.040 eleitores, entre os dias 17 e 21 de outubro. A pesquisa foi registrada no TRE-MS sob o número 05585/2018.

Rejeição

O levantamento mostra que a Rejeição de Reinaldo continua maior. D e acordo com a amostragem, 35,10% dos entrevistados disseram que não votariam no candidato a reeleição de jeito nenhum, contra 25% de Odilon.

segunda-feira, 24 de setembro de 2018

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https://noticias.uol.com.br/politica/eleicoes/2018/noticias/2018/09/24/ibope-bolsonaro-perde-de-haddad-ciro-e-alckmin-em-simulacoes-de-2-turno.ht

sábado, 22 de setembro de 2018

Fernando Henrique e o PSDB tocaram fogo no circo e agora se apresentam como bombeiros. Por Joaquim de Carvalho

 
Fernando Henrique com Aécio
Com a publicação da carta pela união do que entende por lideranças moderadas, Fernando Henrique Cardoso quer a renúncia dos demais candidatos em torno de Geraldo Alckmin.
É sério.
“Talvez seja tarde, mas a gente tem que fazer algum esforço”, disse ele, segundo reportagem da Folha.
Tudo indica que foi uma jogada eleitoral travestida de interesse público.
Os dois se reuniram no apartamento do ex-presidente em São Paulo, na quarta-feira , e discutiram estratégias que deveriam ser implementadas na campanha tucana.
No dia seguinte, Fernando Henrique publicou o textão no Facebook.
“Sem que haja escolha de uma liderança serena que saiba ouvir, que seja honesto, que tenha experiência e capacidade política para pacificar e governar o país; sem que a sociedade civil volte a atuar como tal e não como massa de manobra de partidos; sem que os candidatos que não apostam em soluções extremas se reúnam e decidam apoiar quem melhores condições de êxito eleitoral tiver, a crise tenderá certamente a se agravar. Os maiores interessados nesse encontro e nessa convergência devem ser os próprios candidatos que não se aliam às visões radicais que opõem ‘eles’ contra ‘nós'”, destacou.
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A Folha repercutiu, conforme reportagem publicada hoje:
“Segundo aliados, o ex-presidente tem demonstrado preocupação com o cenário político, que acredita ter se polarizado entre a extrema direita, representada por Jair Bolsonaro (PSL), e o petismo de Fernando Haddad, e queria dar uma ‘contribuição mais ampla’ para o quadro eleitoral”.
É uma jogada política, uma ação de boca de urna, mas poderia ser entendida como falta de lucidez.
Pelo desempenho nas pesquisas, Alckmin e o PSDB se tornaram hoje extremistas.
Estão num gueto, em que eles próprios se colocaram, ao contribuirem para golpear a democracia, com o impeachment de Dilma Rousseff sem crime de responsabilidade que o justificasse.
Tocaram fogo no circo e agora querem se apresentar como bombeiros.
Merecem o desprezo dos demais candidatos e já estão tendo o repúdio dos eleitores.
Até a Folha de S. Paulo, uma versão em jornal do pensamento retrógrado que se apresenta como moderno, admitiu que a carta não tem chance de ser levada a sério.
“Convenha-se, de todo modo, que as candidaturas ao centro têm pouco a oferecer ao eleitorado”, escreveu.
“Largada pelo caminho, a agenda liberal conduzida sob Temer encerrou a recessão, mas sem reativar a produção e o emprego; quanto à oxigenação de práticas políticas, não há mais que retórica pouco crível”, acrescentou, depois de lembrar que tucanos apareceram na lama da corrupção.
Estão sujos, mas Fernando Henrique Cardoso se comporta como se tivesse certeza de que o público não vê.
Precisam tomar uma lição das urnas: mais humildade e menos esperteza.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Polícia Federal deflagra a oitava fase da Operação Zelotes

Clique no link abaixo:
http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2016/12/policia-federal-deflagra-oitava-fase-da-operacao-zelotes.html

Agentes cumprem mandados de condução coercitiva e de busca e apreensão em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Pernambuco.

Agentes da Polícia Federal estão nas ruas de três estados na Operação Zelotes. É a oitava fase da Operação Zelotes. Está sendo chamada de Caso Boston. Cerca de cem policiais estão nas ruas para cumprir 13 mandados de condução coercitiva, que é quando a pessoa é levada a prestar depoimento, e 21 de busca e apreensão nos estados de São Paulo, Pernambuco e Rio de Janeiro.

A Zelotes, que começou em março do ano passado, investiga um esquema de corrupção no Carf, que é o Conselho de Administração de Recursos Fiscais da Receita Federal, uma espécie de tribunal onde se julgam recursos de autuação da Receita contra empresas.

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Senado conclui votação em 1º turno da PEC do teto de gastos

Clique no link abaixo para visualizar o vídeo
http://g1.globo.com/politica/noticia/2016/11/senado-aprova-em-primeiro-turno-texto-base-da-pec-do-teto-de-gastos.html

Senadores já haviam aprovado mais cedo texto-base da PEC no plenário.
Proposta estabelece limite para gastos da União pelos próximos 20 anos.

O plenário do Senado concluiu no início da madrugada desta quarta-feira (30) a votação, em primeiro turno, da Proposta de Emenda à Constituição 55, que estabelece um limite para os gastos públicos pelos próximos 20 anos. A PEC ainda precisa ser analisada em segundo turno, previsto para 13 de dezembro.

O texto-base da proposta já havia sido aprovado na noite desta terça (29), mas, para concluir a votação, os senadores precisavam analisar três destaques (sugestões de alteração ao texto), que acabaram todos rejeitados. Um deles, por exemplo, excluía os investimentos em saúde e em educação do teto.

Por se tratar de uma proposta de mudança na Constituição, a proposta, para ir a segundo turno, precisava ser aprovada por pelo menos três quintos dos parlamentares (49 dos 81) e recebeu 61 votos (14 senadores foram contra) – saiba como cada senador votou.

Conluída a análise em primeiro turno, a PEC deverá ser analisada em segundo turno no próximo dia 13 de dezembro – no qual também precisará do apoio de, ao menos, 49 senadores.

Durante a sessão desta terça, a medida foi criticada por senadores que fazem oposição ao Palácio do Planalto. Os oposicionistas chamaram o texto de "PEC da maldade" porque, na visão deles, a proposta vai "congelar" os investimentos em saúde e educação.

Inicialmente, somente os líderes partidários encaminhariam os votos, mas o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), deixou que todos os senadores inscritos pudessem discursar na fase de encaminhamento.

Embora tenha sido aprovada por 61 votos a 14, a PEC recebeu menos votos que o previsto pelo líder do governo no Congresso, Romero Jucá (PMDB-RR), que previa até 65 votos favoráveis à proposta.

Regras
A proposta estabelece que, nas próximas duas décadas, as despesas da União (Executivo, Legislativo e Judiciário e seus órgãos) só poderão crescer conforme a inflação do ano anterior.

Já para o ano de 2017, o texto institui que o teto de gastos corresponderá à despesa primária – que não leva em consideração os juros da dívida pública –, corrigida em 7,2%.

Nos demais anos de vigência da medida, o teto corresponderá ao limite do ano anterior corrigido pela inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Pelo texto da PEC, se um poder ou órgão desrespeitar o limite de gastos sofrerá, no ano seguinte, algumas sanções, como ficar proibido de fazer concursos ou conceder reajustes.

O texto permite, por exemplo, que um poder extrapole o teto. No entanto, nessa hipótese, será necessária a compensação do gasto excedente por outro poder.

Inicialmente, os investimentos em saúde e em educação entrariam no teto já em 2017, mas, diante da repercussão negativa da medida e da pressão de parlamentares da base, o governo concordou que essas duas áreas só se enquadrarão nas regras a partir de 2018.

Ficam de fora do alcance da proposta as transferências constitucionais a estados e municípios, além do Distrito Federal, os créditos extraordinários, as complementações do Fundeb, gastos da Justiça Eleitoral com eleições, e as despesas de capitalização de estatais não dependentes.

A PEC permite que, a partir do décimo ano de vigência do teto, o presidente da República envie um projeto de lei para mudar a forma de correção do limite.

Tentativas de mudanças
Contrários ao texto, senadores da oposição apresentaram emendas (sugestões de alteração) à proposta para que a população fosse consultada para a PEC passar a valer. Eles também queriam que o pagamento dos juros da dívida pública também respeitasse limites.

A oposição também tentou retirar do teto os investimentos nas áreas de saúde e educação, mas, em menor número, não conseguiu promover mudanças na proposta. Todas emendas foram rejeitadas.

Governistas trabalharam para derrubar quaisquer tentativas de alterações ao texto, pois eventuais modificações forçariam o reexame da PEC pela Câmara. O Planalto quer o texto promulgado pelo Congresso ainda neste ano.

Relator da proposta, o líder do PMDB no Senado, Eunício Oliveira (CE), defende em seu parecer que, sem a imposição do teto, a dívida da União entrará em uma trajetória insustentável.

"O resultado final [sem o limite de despesas] é uma forte aceleração da inflação ou moratória, com consequências sobre o crescimento e a economia", diz.

A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), por sua vez, critica a previsão de a proposta vigorar por 20 anos. "É um arrocho por muito tempo", argumenta.

Sessão tumultuada
Antes do início da análise da PEC, Renan Calheiros suspendeu a sessão por cinco minutos para que dois manifestantes fossem retirados do plenário.

Aos gritos, Gláucia Moreli, que disse ser presidente da Confederação das Mulheres do Brasil, protestou contra o texto.

Ela foi retirada por seguranças, mas recebeu apoio de parlamentares petistas, como Lindbergh Farias (RJ), Regina Sousa (PI) e Paulo Paim (RS).

"Nós queremos as verbas da saúde, da educação, o orçamento da União ano passado foi destinado a banqueiros e só 5% para a saúde. Como vai ficar quem precisa de saúde e educação públicas? Ainda mais agora com 13 milhões de desempregados", disse Gláucia a jornalistas após ser retirada do plenário.

Do lado de fora, manifestantes contrários à PEC entraram em confronto com a Polícia Militar. Enquanto isso, Eunício Oliveira (PMDB-CE), relator da proposta, lia seu parecer favorável à aprovação do texto.

Ao longo da sessão, vários senadores da oposição pediram a Renan que liberasse o acesso às galerias do Senado. Eles queriam que representantes de movimentos sociais pudessem acompanhar a votação.

No entanto, Renan manteve as galerias fechadas ao público, alegando que a presença dos manifestantes poderia provocar tumultos no plenário.

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Oposição no Senado pede renúncia de Michel Temer
Caso o presidente renuncie ou seja afastado ainda neste ano, novas eleições serão convocadas



Senadores da oposição pediram em discursos no plenário a renúncia do presidente Michel Temer, após o agravamento da crise no Palácio do Planalto por causa das denúncias do ex-ministro da Cultura Marcelo Calero que o presidente também o teria pressionado.

Na tarde dessa segunda-feira, 28, o líder do PT, Humberto Costa, foi à tribuna do Senado pedir que Temer renuncie. "O melhor seria que esse presidente tivesse a grandeza moral e política de renunciar agora, para que, assim, o povo brasileiro pudesse exercer o direito de soberanamente escolher um mandatário para exercer a Presidência da República", afirmou o senador.

Caso o presidente renuncie ou seja afastado ainda neste ano, novas eleições serão convocadas. A partir de 2017, em caso de afastamento do presidente, um novo nome para o cargo deve ser escolhido indiretamente pelo Congresso Nacional. A senadora Gleisi Hoffmann também foi à tribuna pedir a renúncia de Temer. "Michel Temer não tem condições de governar. Talvez, para se recolocar no cenário ou tirar o apequenamento que fez da Presidência da República, poderia ter a grandeza de renunciar e convocar eleições diretas neste País. Só o povo, o voto popular, tem condições de arrumar a situação na qual nos encontramos", afirmou a senadora.

Líderes do PT e do PCdoB protocolam hoje na Procuradoria-Geral da República (PGR) um pedido de investigação de Temer por eventual prática de crime de responsabilidade, o que poderia sustentar um pedido de impeachment nos moldes do aprovado contra a ex-presidente Dilma Rousseff.

Humberto Costa disse que o pedido de renúncia não é contraditório, porque ainda que haja processo de impeachment, sua conclusão só aconteceria no ano que vem e uma consequente eleição indireta do presidente da República pelo atual Congresso.

O líder petista argumentou que se um presidente da República no exercício do mandato participa de forma clara e direta num processo em que há disputa de interesse privados e participa defendendo esses interesses, perde a condição republicana de continuar representando o país.

Pedido de impeachment
O PSOL protocolou nesta segunda-feira, 28, um pedido de impeachment do presidente Temer. Para o líder do partido na Câmara, Ivan Valente (SP), Temer cometeu "crime de responsabilidade" ao se envolver numa questão particular do ex-ministro Geddel Vieira Lima.

O deputado também afirmou que o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), deveria analisar com cuidado o caso antes de decidir se vai aceitar ou não a denúncia. "Espero que a Câmara abra o processo de impeachment. O presidente da Câmara tem que levar esse caso a sério. A possibilidade de a insatisfação popular crescer é grande", afirmou.

Segundo Ivan Valente, Temer não apenas foi "condescendente" com Geddel, como agiu em favor do aliado para que fosse resolvido o impasse da liberação do empreendimento imobiliário em Salvador (BA), onde Geddel comprou um apartamento. O deputado afirmou ainda que o presidente "se atolou" quando disse que atuou para resolver um eventual "conflito" entre órgãos do governo. "O problema particular de Geddel se tornou um problema da cúpula do governo", disse.

Na visão do deputado, Temer "de certa forma" ameaçou o ex-ministro da Cultura, quando o "enquadrou" a encontrar uma solução para a questão, remetendo o caso à Advocacia Geral da União (AGU). A peça protocolada pelo PSOL na Mesa da Câmara nesta segunda-feira tem 23 páginas. Cabe a Maia, aliado de Temer, decidir se deflagra ou não o processo de impeachment.

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Conversa gravada com Temer foi "absolutamente burocrática", diz Calero



  • "Gravar conversa com presidente é indigno", disse Temer sobre Marcelo Calero
O ex-ministro da Cultura Marcelo Calero afirmou que a conversa telefônica que gravou com presidente da República, Michel Temer, foi "absolutamente burocrática" e que se referia apenas ao seu pedido de demissão. A afirmação foi feita durante entrevista ao programa "Fantástico", da TV Globo, veiculada neste domingo (27).
O ex-ministro da Cultura confirmou também que gravou conversas telefônicas com ministros do governo Temer, além do próprio presidente. Mas não quis revelar quais ministros tiveram suas conversas gravadas.
 
"Entre essas gravações [telefônicas] existe uma gravação com o presidente Temer, mas uma conversa absolutamente burocrática", declarou Calero. "Eu ainda fiz questão essa conversa fosse muito protocolar, que é conversa da minha demissão. Eu tive a preocupação de não induzir o presidente a criar prova contra si".
 
 
Calero negou também que tenha sido "desleal" com o presidente. "O servidor público tem que ser leal mas não cúmplice".
 
O ex-ministro declarou que seguiu sugestão de amigos da Polícia Federal para gravar os telefonemas que recebeu de colegas de ministério. Ele negou também que tenha gravado a conversa que teve com Temer, em um encontro no gabinete presidencial.
 
"Para me proteger, para dar um mínimo de lastro probatório de tudo aquilo que eu relatei no depoimento, eu fiz algumas gravações telefônicas", disse Calero.

"GRAVAR CONVERSA COM PRESIDENTE É INDIGNO", DIZ TEMER

Em entrevista coletiva neste domingo, o presidente Michel Temer (PMDB) afirmou considerar indignas gravações feitas pelo ex-ministro da Cultura Marcelo Calero de conversas mantidas entre os dois sobre um pedido feito pelo ex-ministro da Secretaria de Governo da Presidência da República Geddel Vieira Lima (PMDB), que pediu demissão na última sexta-feira (25).
"Eu, com toda franqueza, acho gravar clandestinamente é sempre algo desarrazoável, quase indigno. Eu diria mesmo indigno", disse Temer neste domingo (27) durante entrevista coletiva realizada no Palácio do Planalto.

Entenda o caso

No dia 18 de novembro, Marcelo Calero pediu demissão do cargo de ministro da Cultura. Em entrevista ao jornal "Folha de São Paulo", ele afirmou que sofreu pressão do então ministro-chefe da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima, para reverter uma decisão do Iphan (Instituto do Patrimônio Nacional) que impedia a construção total do empreendimento imobiliário "La Vue", em Salvador. Geddel comprou um dos apartamentos do edifício na planta.
Geddel chegou a dizer que conversou com o ministro sobre o assunto, mas negou que o tenha "pressionado". Dias depois, com o agravamento da crise gerada pela denúncia, Geddel também pediu demissão do cargo, depois que foi divulgado o depoimento de Calero à Polícia Federal, em que ele afirma também ter sido pressionado pelo presidente Michel Temer.

CALERO AFIRMA À PF TER SIDO ENQUADRADO POR TEMER